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O pecado e a culpa na origem das doenças


Ao longo de trinta anos de profissão médica, tenho sempre procurado observar a complexidade do organismo humano, e, a sua correlação com a alma. Estados da alma estão diretamente proporcionais ao bem, ou mal estar orgânico. Daí, haver uma completa correlação do bem estar com a atividade física, o trabalho a religião e a paz de espírito.

Vivemos em um mundo gerido pelo mal, pelo materialismo desenfreado, e, pela cobiça. Onde as pessoas sem respeito pelas outras só olham para o próprio umbigo, “as outras que se explodam”.

Assim começa o mal dentro de cada um de nós, pois nossos atos e ações se multiplicam em progressão geométrica.

E essa progressão, criam gerações de pessoas sem escrúpulo, voltadas para a conquista a qualquer preço. Gerando governos corruptos, fome, péssima distribuição de riquezas, drogas, desestruturação familiar e guerras.

Então concluímos que, vivemos em mundo doente.

Governado pelo inconsciente humano.

Às vezes perguntamos, onde está Deus? Que permite que tantas atrocidades sejam cometidas. Até mesmo em seu nome. Como as guerras santas!

Mas, o problema não é de Deus, somos nós que criamos com o nosso livre arbítrio, o mal.

Acredito que melhoramos bastante ao longo dos séculos, mas, que falta muito ainda, para o homem só agir de acordo com a sua consciência. Sempre pensando que com as suas ações pode melhorar ou piorar o seu próximo. Encarando cada ser humano como um irmão que, como nós também têm sonhos, esperança, fantasias, amores, e direito a viver.

Um dos piores pecados da espécie humana é a discriminação.

Seja ela qual for: de cor, religião, nível social...

Como médico, antes de examinar cada paciente colhemos a história. (Anamnese). Vejo que varias doenças, as ditas psicossomáticas, (criadas pelo psiquismo do doente). São geradas na maioria das vezes pelo pecado e pela culpa inconsciente de cada doente.

Por exemplo. Mães que se submetem a abortos, na sua grande maioria desenvolvem depressão.

Pais que abandonam seus filhos pequenos. Tornam-se alcoólatras. Ou desenvolvem câncer.

Pessoas que não aprenderam a perdoar. Desenvolvem artrites.

O ódio acumulado, assim como o trabalho desenfreado para ganhar mais, gera gastrite e úlceras.

A preocupação com o dia de amanhã gera uma ansiedade generalizada com insônia e distúrbios do sono.

Em outras palavras queremos ser dono do nosso destino. Mas, cada coisa tem sua hora de acordo com o nosso merecimento.

Não sou religioso, mas lembro de uma passagem bíblica que diz: “Olhai os lírios do campo, eles não tecem e nem bordam no entanto nem o Rei Salomão com todo o seu esplendor no seu reino, nunca se vestiu igual a eles”.

Concluímos que, se vivêssemos somente o agora, sem criar expectativas, procurássemos mais olhar o próximo e se conscientizássemos mais os nossos atos, viveríamos em um mundo menos doente e, morreríamos de velhice, excluindo as doenças genéticas e familiares, sem doenças geradas pelo pecado e pela culpa.