Garanhuns, 21 de abril de 2007
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Fundarpe promete um Festival de Inverno mais democrático

A direção da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, Fundarpe, está acenando para a realização de um Festival de Inverno, este ano, mais democrático e mais aberto aos valores culturais da região. Nesse sentido, as inscrições para as oficinas e outros projetos ligados ao FIG, abertas desde o último dia 11 vêm com uma novidade, em relação as edições anteriores. "Em 2007 todos os projetos deverão ser aprovados por uma comissão formada por entidades artísticas e representantes governamentais (estadual e municipal), o que antes acontecia somente com as oficinas", informam os diretores da Fundarpe.

O responsável pelas Políticas Culturais da Fundação, Carlos Carvalho, lembra que anteriormente a escolha dos participantes era feita por indicação, o que fazia com que muita gente da região ficasse de fora. "Nossa proposta é ampliar a participação desses grupos na programação do Festival", explica o diretor da Fundarpe.

INSCRIÇÕES - Para os interessados em ter uma participação no FIG, que este ano será realizado de 19 a 28 de julho, Carlos Carvalho informa que as inscrições só poderão ser feitas na sede da Fundação do Patrimônio Histórico. As propostas, no entanto, também poderão ser encaminhadas por correspondência. "Além da entrega em mãos, nós damos a opção de envio dos projetos por sedex ou por carta registrada, ambos com aviso de recebimento", complementa.

A inscrição para as oficinas - que acontecem de 23 a 27 de julho - exigem o preenchimento de um formulário, disponível na página da Fundarpe na internet, no endereço www.fundarpe.pe.gov.br. Ao acessar, o produtor fará um detalhamento do material e conteúdo proposto para a oficina.

Como nos últimos anos, as oficinas do Festival de Inverno serão divididas em diversas categorias: artes cênicas (teatro, mímica, dança, circo e ópera - esta última pela primeira vez na programação); artes da palavra (literatura, incluindo cordel, lendas, mitos, poesia, dramaturgia e contadores de história), audiovisual, comunicação social; música, moda e patrimônio.