Garanhuns, 2 de julho de 2005
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OPINIÃO
 

EDITORIAL

Os sete anos do Correio

O primeiro número do Correio Sete Colinas circulou no dia três de julho de 1999. Estávamos às vésperas do Festival de Inverno, que naquele ano teria atrações como Zeca Baleiro e Jorge Benjor.

Nesses sete anos de circulação, conseguimos uma regularidade impressionante, se levarmos em conta a dificuldade de se fazer jornal, principalmente no interior.

Com este que você tem em mãos, são 148 números, acompanhando os principais fatos que aconteceram na cidade e região, nos últimos tempos.

Cobrimos a reeleição de Silvino, antecipamos as candidaturas de Aurora e Luiz Carlos, anunciamos a eleição de Izaías Régis e registramos muitos outros fatos relacionados com o mundo político.

Mostramos os bastidores do Festival e da Garanheta, acompanhamos as boas campanhas da AGA no pernambucano da primeira divisão, entrevistamos religiosos e artistas, abrimos espaço para colunistas do porte de Janduy, Ronaldo César, Ulisses, Marcos Cardoso e Kitty Lopes.

Noticiamos muita coisa boa, como o nascimento da Universidade Federal Rural em Garanhuns, mas também às vezes fomos obrigados pela realidade a mostrar as mazelas locais, a exemplo da matança que vez por outra assusta os moradores da cidade.

Como colaboradores, sempre estiveram presentes homens e mulheres que realmente têm o que dizer e sobretudo sabem escrever: Rafael Brasil, Pedro Jorge, Marcílio Luna, Odete Melo, Marcílio Reinaux, Nivaldo Tenório, Marcílio Filho e Renara Almeida nos brindaram periodicamente com artigos brilhantes, capazes de aguçar ainda mais a inteligência do garanhuense.

Enfim, se formos lembrar tudo que fizemos nesses sete anos precisaríamos escrever um livro, uma edição só do jornal não seria suficiente.

Mas gostaríamos de agradecer os que nos têm acompanhado desde o início, os novos leitores, assinantes, anunciantes, os que sempre atestam que fazemos o melhor jornal de Garanhuns.

Claro que gostaríamos de ir ainda mais longe, mas as condições adversas muitas vezes nos impedem de atingir determinados objetivos.

O essencial, porém, acredito que estamos fazendo: não publicamos um jornal somente para ganhar dinheiro, atender vaidades ou bajular os maiorais. Queremos mostrar os fatos, apontar os erros, escancarar as contradições, registrar a história e defender as comunidades.

Que Deus nos dê força para prosseguir na luta. Sem ligar para os ciúmes e invejas dos que pensam pequeno e não enxergam nada além do próprio umbigo.