Garanhuns, 8 de janeiro de 2005
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Os novos prefeitos enfrentam desafios

Os novos prefeitos de Garanhuns e outros municípios do Agreste Meridional, eleitos em outubro do ano passado, assumiram os cargos no dia primeiro de janeiro e logo na primeira semana começaram a mostrar a que vieram. Alguns encontraram os municípios em situação difícil, como Pe. Aldo, em São Bento; Samuel Salgado, em Angelim e Eudson Catão, em Palmeirina. Outros pegaram a casa arrumada e terão facilitado o seu trabalho, caso de Luiz Carlos, em Garanhuns, e Dr. Rômulo, em Lajedo.

Luiz Carlos assumiu o mandato fazendo um discurso equilibrado e se comprometendo a administrar para todos os garanhuenses. Nos dois primeiros dias de trabalho já surpreendeu alguns aliados demitindo o veterinário Kléber Fernandes, diretor do Centro de Controle Ambiental, e Roberta Rezende, responsável pelo Núcleo de Assistência à Saúde da prefeitura. Os dois são ligados ao ex-prefeito Silvino Andrade. Em Lajedo, o médico Rômulo Maia anunciou maiores investimentos no campo social. Padre Aldo (São Bento) lamentou que assumiu com duas folhas do funcionalismo atrasadas e o hospital sem uma única cama, enquanto o petista Samuel, em Angelim, herdou uma dívida do ex-prefeito no valor de R$ 5 milhões.

Os prefeitos Maurílio Rodolfo (Nenen) e Zé da Luz, de Capoeiras e Caetés, os dois reeleitos, assumiram sem anunciar grandes mudanças e devem continuar trabalhando na mesma linha dos últimos quatro anos. Em São João e Saloá, muitas alterações devem acontecer porque nesses municípios venceu a oposição, com Pedro Barbosa e Zé do Leite. Já em Paranatama, o petista Reginaldo Leonel tem o desafio de atualizar os salários dos servidores. Finalmente, em Iati, o povo fez a festa com a posse do prefeito Hernani, eleito com o apoio de Luiz Tenório.