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Os novos prefeitos enfrentam desafios
Os novos prefeitos de Garanhuns e outros municípios do Agreste
Meridional, eleitos em outubro do ano passado, assumiram os cargos
no dia primeiro de janeiro e logo na primeira semana começaram
a mostrar a que vieram. Alguns encontraram os municípios
em situação difícil, como Pe. Aldo, em São
Bento; Samuel Salgado, em Angelim e Eudson Catão, em Palmeirina.
Outros pegaram a casa arrumada e terão facilitado o seu trabalho,
caso de Luiz Carlos, em Garanhuns, e Dr. Rômulo, em Lajedo.
Luiz Carlos assumiu o mandato fazendo um discurso equilibrado e
se comprometendo a administrar para todos os garanhuenses. Nos dois
primeiros dias de trabalho já surpreendeu alguns aliados
demitindo o veterinário Kléber Fernandes, diretor
do Centro de Controle Ambiental, e Roberta Rezende, responsável
pelo Núcleo de Assistência à Saúde da
prefeitura. Os dois são ligados ao ex-prefeito Silvino Andrade.
Em Lajedo, o médico Rômulo Maia anunciou maiores investimentos
no campo social. Padre Aldo (São Bento) lamentou que assumiu
com duas folhas do funcionalismo atrasadas e o hospital sem uma
única cama, enquanto o petista Samuel, em Angelim, herdou
uma dívida do ex-prefeito no valor de R$ 5 milhões.
Os prefeitos Maurílio Rodolfo (Nenen) e Zé da Luz,
de Capoeiras e Caetés, os dois reeleitos, assumiram sem anunciar
grandes mudanças e devem continuar trabalhando na mesma linha
dos últimos quatro anos. Em São João e Saloá,
muitas alterações devem acontecer porque nesses municípios
venceu a oposição, com Pedro Barbosa e Zé do
Leite. Já em Paranatama, o petista Reginaldo Leonel tem o
desafio de atualizar os salários dos servidores. Finalmente,
em Iati, o povo fez a festa com a posse do prefeito Hernani, eleito
com o apoio de Luiz Tenório.
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