Garanhuns, 17 de julho de 2004
  Início
  Colunas
  Opinião
  Política
  Cidade
  Geral
  Especial
  Cultura / Diversão
  Ed. Anteriores
  Expediente
 
GERAL
 

Morre o radialista J. Ferreira

Em pleno último sábado do Festival de Inverno, Garanhuns tomou conhecimento da morte do radialista José Ferreira da Silva (62), o J. Ferreira, ou Jotinha, como era chamado carinhosamente por muitos amigos. O profissional teve uma parada cardíaca e morreu dormindo, da sexta para o sábado, deixando consternados os seus filhos Cândida e Rodrigo, além de toda imprensa local. Jota era natural de Caruaru, mas morava na cidade das flores desde 1982.

Logo após tomar conhecimento do falecimento de J. Ferreira, as rádios Jornal, Sete Colinas começaram a homenageá-lo, através de profissionais como Aluízio Alves, Roberto Sampaio, Marcos Cardoso, Jonas Lyra e Fernando Rodolfo. Eu seus mais de 40 anos de profissão, Jota passou por emissoras como a Jornal, quando esta ainda era Difusora, Meridional (antes desta passar às mãos da Igreja Universal) e comunitária Monte Sinai. Desta última ele se desligou há pouco tempo.

José Ferreira da Silva era uma profissional da velha guarda, que se caracterizava por um estilo extremamente educado e voz forte. Emprestava com frequência seu talento para comerciais tanto nas rádios quanto em carro de som. Na Monte Sinai, onde atuou por último, fez sucesso com o programa "Brega Chique" que era um dos mais ouvidos da emissora. O radialista foi sepultado em Garanhuns, no último final de semana.