Garanhuns, 17 de julho de 2004
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OS PONTOS NEGATIVOS DO FIG

A sacanagem que fizeram com o radialista Jonas Lyra, da Sete Colinas, que foi convidado para apresentar o FIG e depois foi submetido ao constrangimento de desistir, porque a lembrança do seu nome causou ciuminho a Marcelo Jorge, colega de profissão;

A criação do cargo de "apresentador vitalício do Festival de Inverno"...

A falta de controle no fosso do palco da Guadalajara, que prejudica o trabalho de quem realmente é da imprensa;

Os cubículos que deram mais uma vez para os jornalistas e radialistas trabalharem nos camarotes da Guadalajara, forçando os repórteres da Rádio Jornal, Sete Colinas, Marano, Monte Sinai e jornais locais a ficarem literalmente "imprensados";

Os camarotes excessiva-mente cheios em determinados dias do Festival, fazendo com que no último dia da festa uma parte da estrutura começasse a ceder, logo na entrada;

O fato do cinema, do teatro e da música no Pau Pombo acontecerem praticamente no mesmo horário, obrigando o morador da cidade ou o turista a perder duas das opções;

A pouca atenção que os políticos e parte da mídia deram as oficinas do Festival, que vêm a cada ano contribuindo para o caráter educativo do evento;

A babaquice de alguns ocupantes de cargos da prefeitura e alguns profissionais de comunicação, que insistem em tirar fotos com artistas, e são motivos de piadas nas conversas do pessoal da capital;

O local do palco pop no Euclides Dourado, que colocou na lama público, imprensa e até os artistas.