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Izaías volta a denunciar situação
do Dom Moura
O deputado estadual Izaías Régis (PTB) voltou a criticar
a situação de abandono que se encontra o Hospital
Regional Dom Moura, em Garanhuns. De acordo com o petebista, a unidade
está num estado insustentável, "o Dom Moura não
tem sequer diretor, faltam médicos e até medicamentos",
denunciou. No discurso, o petebista ainda solicitou que os deputados
Marcantônio Dourado (PMDB), Claudiano Martins (PMDB) e Adelmo
Duarte (PFL), todos da base do governo, que intercedam junto ao
Governador do Estado para solucionar os problemas.
Izaías ainda criticou o secretário estadual de Saúde,
Guilherme Robalinho. "Ele é ineficiente e sequer vai
investigar a situação dos hospitais pessoalmente,
manda sempre um representante", disse, alegando que os hospitais
do Interior do Estado estão na mesma situação
precária. Segundo o deputado, o Dom Moura foi referência
na saúde, com muitos médicos fazendo residência.
"Hoje, o descaso é grande. Até um assassinato
foi cometido dentro da unidade e, mesmo assim, nada foi feito para
resolver os problemas". "Infelizmente, os jornais do município
não repercutem na Capital", disse o petebista, informando
que é grande o número de reclamações
na imprensa local.
DESAPROVAÇÃO - A
iniciativa do Governo do Estado de deslocar a sede da 1ª Delegacia
de Polícia (DP) de Garanhuns, no Agreste, para o interior
do núcleo de segurança comunitária, inaugurado
pelo governador Jarbas Vasconcelos (PMDB), foi criticada por Izaías
Régis. O trabalhista acredita que a ação prejudicará
a comunidade. "Quem mora no bairro da Cohab II, por exemplo,
precisará pegar dois ônibus para chegar à delegacia",
frisou.
"O que se faz necessário é uma reforma no estabelecimento
para proporcionar aos profissionais melhores condições
de trabalho. Desta forma, a população também
sairia ganhando, pois teria o acesso ao local facilitado",
enfatizou.
PANFLETAGEM - Izaías ainda
citou a insatisfação dos moradores com o "clima
de politicagem" que se instalou na cidades. De acordo com o
deputado, "panfletos agressivos tem sido constantes".
São mensagens duras, que afetam a honra e a dignidade dos
candidatos. Esta não é a forma certa de se fazer política",
afirmou, destacando o episódio ocorrido com o seu adversário
político, o candidato à Prefeitura Luiz Carlos de
Oliveira (PMDB). "É verdade que temos nossas diferenças,
mas isso é no campo político. Precisamos lutar com
dignidade, sem baixar o nível", observou, isentando-se
de qualquer responsabilidade pela publicação do material
publicitário.
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