Garanhuns, 13 de março de 2004
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Burocracia dificulta comunicação

Roberto Almeida


Grande parte das empresas de Garanhuns ainda está na idade da pedra, em termos de Comunicação. Muitos diretores de órgãos importantes da cidade não sabem tratar com radialistas nem jornalistas e desconhecem o valor da informação. Pensam que divulgar é só pagar um espaço de R$ 50,00 em qualquer jornalzinho local e pronto.

O pior é que até órgãos que sempre souberam valorizar a mídia estão se rendendo à burocracia. É o caso do Sesc Garanhuns, que ultimamente está divulgando muito mal as suas realizações. Recentemente, a entidade promoveu na cidade uma palestra com o economista global Josué Mussalém e poucos souberam do fato. Depois, o professor Josias Albuquerque esteve na Suíça Pernambucana para lançar o Banco de Alimentos e pelo menos o Correio Sete Colinas e o Jornal da Sete 2ª Edição não foram avisados.

Quando se vai ao Sesc procurar a professora Graça Carneiro para obter informação dificilmente se pode encontrá-la, os funcionários subordinados a ela morrem de medo de dar uma informação e a gerente não costuma retornar ligações. Outro exemplo de burocracia no município está na Gere. Mas não são só estes dois órgãos. Tem muito diretor, vereador, secretário e empresário que para produzir um simples texto de seis linhas ou enviar uma só foto à redação de jornal acha o tempo de 15 dias insuficiente. E nem imaginam como a gente trabalha e sofre para produzir um jornal de 12 páginas. Outros companheiros encapam essas reclamações.