Garanhuns, 25 de outubro de 2003
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OPINIÃO
 

Tópicos biográficos

José Rodrigues


Eu sou José Rodrigues da Silva, filho de Antonio Rodrigues da Silva e Francelina Maria da Conceição. Nasci nesta cidade de Garanhuns, tendo inicado a vida aos treze anos de idade, fui trabalhador alugado no eito do agropecuarista Elias da Silva Barros. Fui varredor de ruas, servente de pedreiro, ajudante de caminhão, trabalhador de armazéns, barbeiro, oleiro, carregador de fretes, estudante, professor, bancário, escrivão de polícia e funcionário público. Fui presidente do Grêmio Cultural Ruber van der Linden, e sou colaborador dos Jornais Correio Sete Colinas, Princesa do Agreste, O Século e O Monitor, fui professor no Colégio Diocesano de Garanhuns durante 19 anos, três meses e 13 dias, cujo Colégio tinha como diretores o Monsenhor Adelmar da Mota Valença e o Padre Ivo Francisco, hoje, Prefeito do Município de Jupi.

Durante todo este tempo nunca pratiquei algo que venha desabonar minha conduta civil e moral. Esta crônica é dirigida aos eleitores deste município de Garannhuns, porque, pretendo candidatar-me a vereador ano que vem. Sou um eterno defensor do povo desta cidade, e se muito não fiz por ele, foi porque, não tive oportunidade. Defendo o princípio de que devemos ter uma Câmara de Vereadores, onde os seus membros sejam conhecedores das necessidades porque passam as pessoas mais pobres que aqui residem; e também tenham conhecimento do que deve ser feito para acabar com a miséria que vem se tornando crônica, e até agora, ninguém fez nada para acabar com esta chaga social que vem se agigantando à medida que o tempo vai passando.

Estamos vivendo numa democracia, onde todos os cidadãos têm o lídimo direito de expressar o que pensa, e o que é necessário para construirmos uma sociedade mais humana e justa. O procedimento eleitoral vigente permite aos eleitores escolherem livremente às pessoas mais capacitadas para o exercício do mandato que lhe fora outorgado.

Sabemos todos, que vivemos um regime onde o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Isto significa dizer, que a grandeza do país e a evolução social dependem dos que votam; por isto, é preciso muito cuidado para não votar errado e não colocar no poder pessoas que não têm o conhecimento necessário do que é preciso para administrar proveitosamente a coisa pública.

Espero que os eleitores tenham ouvido o meu apelo, e sigam comigo nesta marcha, que se ponha em prática o que for preciso, para que pelo menos uma parte dos problemas que afligem a todos, especialmente os mais pobres, sejam resolvidos. Serei candidato a vereador e espero contar com todos, especialmente com quem deseja ver Garanhuns bem grande.